Patentes Essenciais a Padrões (SEP) e licenciamento FRAND: entre a exclusividade patentária e a governança da inovação tecnológica

Autores

DOI:

https://doi.org/10.18256/2238-0604.2026.v22i.5363

Palavras-chave:

SEP; FRAND; Governança policêntrica; Inovação tecnológica; Propriedade intelectual.

Resumo

As Patentes Essenciais a Padrões (SEPs) ocupam posição estratégica em setores dependentes de interoperabilidade, como telecomunicações, internet das coisas e inteligência artificial. Diferentemente das patentes convencionais, tornam-se indispensáveis à implementação de padrões tecnológicos amplamente adotados. Nesse contexto, os compromissos FRAND buscam compatibilizar a exclusividade patentária com o acesso às tecnologias essenciais. O artigo examina a interação entre propriedade intelectual, padronização tecnológica e licenciamento FRAND, sustentando que o sistema SEP/FRAND constitui uma forma contemporânea de governança policêntrica da inovação. Também analisa o papel das SDOs, dos tribunais, das autoridades concorrenciais e os desafios enfrentados pelo Brasil na economia digital.

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Biografia do Autor

  • Liane Elizabeth Caldeira Lage, Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI)

    Engenheira, mestre e doutora em Engenharia Química. Foi diretora de Patentes, Programas de Computador e Topografias de Circuitos Integrados do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Consultora em Propriedade Industrial, Rio de Janeiro, RJ, Brasil. 

  • Ana Beatriz Caldeira Lage, Advogada

    Advogada, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

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Publicado

06-07-2026

Edição

Seção

SEP - FRAND

Como Citar

LAGE, Liane Elizabeth Caldeira; LAGE, Ana Beatriz Caldeira. Patentes Essenciais a Padrões (SEP) e licenciamento FRAND: entre a exclusividade patentária e a governança da inovação tecnológica. Revista Brasileira de Direito, Passo Fundo, RS, Brasil, v. 22, 2026. DOI: 10.18256/2238-0604.2026.v22i.5363. Disponível em: https://seer.atitus.edu.br/index.php/revistadedireito/article/view/5363. Acesso em: 7 jul. 2026.