O programa de ideias para inovação em uma empresa do segmento químico

Autores

  • Cristiane Froehlich Universidade Feevale, Novo Hamburgo, RS, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.18256/2237-7956/raimed.v6n2p191-205

Palavras-chave:

Programa de Ideias. Inovação. Segmento Químico.

Resumo

Este artigo tem como objetivo apresentar o processo do programa de ideias para inovação de uma empresa do segmento químico. A matriz da empresa localiza-se no Rio Grande do Sul, possui unidades em vários estados no Brasil, na América Latina e na China. Essa pesquisa classifica-se em bibliográfica, descritiva e estudo de caso qualitativo. Os dados foram coletados por meio de 6 entrevistas semiestruturadas e documentos internos, analisados por meio da análise de conteúdo qualitativa. Os principais resultados mostram que a empresa ao formalizar o seu planejamento estratégico, destacou a importância da estratégia de inovação. Para consolidar essa estratégia foi necessário institucionalizar a cultura da inovação. Para estimular a participação de todos os colaboradores estruturou um programa de ideias que teve início em 2004. Esse programa é coordenado por uma área estratégica denominada de Planejamento e Novos Negócios. Pode-se dizer que o programa é gerenciado, controlado, mensurado e os seus resultados divulgados. Essas etapas foram sendo implementadas conforme o amadurecimento do programa. 

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

Biografia do Autor

  • Cristiane Froehlich, Universidade Feevale, Novo Hamburgo, RS, Brasil.
    Docente e Pesquisadora do Instituto de Ciências Sociais e Aplicadas da Universidade Feevale. Doutora em Administração pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos.

Referências

Ahmed, P. K. (1998). Culture and climate for innovation. European Journal of Innovation Management, 1(1), 30-43.

Balan, P., & Lindsay, N. (2007). Developing innovation capability measures for the services sector: an exploratory study. Anais Regional frontiers of entrepreneurship research, Brisbane, Autralia.

Bardin, L. (2010). Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70.

Christensen, C. M. (2001). O dilema da inovação: quando novas tecnologias levam empresas ao fracasso. São Paulo: Makron Books.

Clark, K. B., & Wheelwright, S. C. (1993). Managing new product and process development: text and cases. New York: Free Press.

Coral, E., & Geisler, L. Motivação para a inovação. In: Coral, E.; Ogliari, A.; Abreu, A. F. (2008). Gestão integrada da inovação: estratégia, organização e desenvolvimento de produtos. São Paulo: Atlas.

Davila, T.; Epstein, M. J.; Shelton, R. (2007). As regras da inovação: como gerenciar, como medir e como lucrar. Porto Alegre: Bookman.

Dobni, C. B. (2008). Measuring innovation culture in organizations: the development of a generalized innovation culture construct using exploratory factor analysis. European Journal of Innovation Management, 11(4), 539-559.

Dodgson, M., Gann, D., & Salter, A. (2008). The management of technological innovation: strategy and practice. (2a ed.) New York: Oxford.

Dosi, G. (1988). The nature of the innovative process. In: Technical change and economic theory. Pinter Publisher, London and New York, 221-238.

Drucker, P. (1986). Inovação e gestão: uma nova concepção de estratégia de empresa. Lisboa: Editorial Presença.

Drucker, P. (2008). Inovação e espírito empreendedor: prática e princípios. São Paulo: Cengage Learning.

Figueiredo, Paulo N. (2009). Gestão da inovação: conceitos, métricas e experiências de empresas no Brasil. Rio de Janeiro: LTC.

Floriano, P. Programa de ideias. In: Terra, J. C. C. (Org.). (2007). Inovação: quebrando paradigmas para vencer. São Paulo: Saraiva.

Francis, D., & Bessant, J. (2005). Targeting innovation and implications for capability development. Technovation, 25(3), 171-183.

Ismail, W. K. W., & Abdmajid, R. (2007). Framework of the culture of innovation: a revisit. Journal Kemanusiaan, 9, 38-49.

Kaasa, A., & Vadi, M. (2010). How does culture contribute to innovation? Evidence from European countries. Economics of Innovation and New Technology, 19(7), 583-604.

Kemp, R., Smith, K., & Becher, G. (2000). How should we study the relationship between environmental regulation and innovation? In: Hemmelskamp, J., Rennings, K., & Leone, F. Innovation-oriented environmental regulation. Centre for European Economic Research, 1, 43-46.

Lawson, B., & Samson, D. (2001). Developing innovation capability in organizations: a dynamic capabilities approach. International Journal of Innovation Management, 5(3), 377-400.

Neely, A. D., & Hii, H. H. (1999). The innovative capacity of firms. Report commissioned by the Government Office for the East of England, fev. Nelson, R., & Winter, S. (2005). Uma teoria evolucionária da mudança econômica. Campinas: Editora da UNICAMP.

Organization for Economic Cooperation and Development - OECD. (1997). The Oslo Manual: the measurement of scientific and technical activities. Paris: OECD; Eurostat.

Relatório de Sustentabilidade. (2014). Campo Bom, RS.

Rijnbach, C. V. Como transformar ideias em inovações que geram resultados. In: Terra, J. C. C. (Org.). (2007). Inovação: quebrando paradigmas para vencer. São Paulo: Saraiva.

Schumpeter, J. A. (1934). The Theory of Economic Development. Cambridge, Massachusetts: Harvard University Press.

Schumpeter, J. A. (1997). Teoria do Desenvolvimento Econômico: uma investigação sobre lucros, capital, crédito, juro e ciclo econômico. São Paulo: Nova Cultural.

Serafim, L. (2011). O poder da inovação: como alavancar a inovação na sua empresa. São Paulo: Saraiva.

Simantob, M., Lippi, R. (2003). Guia valor econômico de inovação nas empresas. São Paulo: Globo.

Terra, J. C. C. (2007). Inovação: quebrando paradigmas para vencer. São Paulo: Saraiva.

Tidd, J., Bessant, J., & Pavitt, K. (2008). Gestão da Inovação. (3a ed.). Porto Alegre: Bookman.

Tigre, P. B. (2006). Gestão da inovação: a economia da tecnologia no Brasil. Rio de Janeiro: Elsevier/Campus.

Van De Ven, A. (1986). Central problems in the management of innovation. Management Science, 32 (5), 590-607.

Vasconcelos, F. C. (2001). Da gestão do conhecimento à gestão da ignorância: uma visão co-evolucionária. Revista de Administração de Empresas - RAE, 1(4).

Yin, R. K. (2005). Estudo de Caso: planejamento e métodos. (2a. ed.) Porto Alegre: Bookman.

Downloads

Publicado

2017-03-23

Edição

Seção

Artigos