A arquitetura enxaimel: identidade, memória e dimensão patrimonial em Itapiranga/SC

Autores

DOI:

https://doi.org/10.18256/2318-1109.2018.v7i1.2558

Palavras-chave:

Itapiranga, enxaimel, arquitetura

Resumo

A colonização Porto Novo, atualmente os municípios de Itapiranga, São João do Oeste e Tunápolis, foi fundada em 1926 para ser uma área de povoação germânica e católica. Idealizada pela Volksverein, recebeu famílias das antigas colônias alemãs do Sul do Brasil, bem como de imigrantes da Alemanha. Nesse núcleo étnico e confessional se desenvolveram padrões de cultura e de formas de vida que constituíram um prospecto de identidade, dentre os quais, o presente artigo pretende analisar as formas de habitação colonial, mais precisamente a arquitetura enxaimel. Para tanto, o texto parte de uma análise bibliográfica e de uma pesquisa empírica para compreender de que forma essa técnica arquitetônica se formatou nessa colonização, bem como, propõe o desenvolvimento de um anteprojeto de um centro cultural enxaimel para o município de Itapiranga.  

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Biografia do Autor

  • Douglas Orestes Franzen, Centro Universitário Uceff Itapiranga
    Doutor em História pela UPF. Docente do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Uceff , Campus de Itapiranga.
  • Simone Eidt, UNOESC
    Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela UNOESC
  • Daniele Tessing, Uceff Itapiranga
    Graduanda em Arquitetura e Urbanismo pela Uceff, Campus de Itapiranga.

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Publicado

2018-10-11

Edição

Seção

Artigos