A estigmatização da classe popular por meio da arquitetura e urbanismo: a insustentabilidade do padrão
DOI:
https://doi.org/10.18256/2318-1109.2026.v15i1.5380Palavras-chave:
Arquitetura; Segregação social; Centros urbanos.Resumo
Este artigo discute a exclusão social histórica promovida pela arquitetura e pelo urbanismo, buscando compreender de que forma tais abordagens continuam a contribuir para a segregação social ocorrida nos dias atuais. A pesquisa, de caráter qualitativo, baseia-se principalmente em revisão bibliográfica e análise crítica de teorias urbanísticas, bem como artigos científicos de autores clássicos e contemporâneos que discutem a relação entre o espaço urbano e a desigualdade social. O estudo demonstra que os ideias de cidades formulados na Revolução Industrial, bem como o projeto higienista ocorrido na Europa e, posteriormente, no Brasil, reforçam padrões que excluem a diversidade social e econômica dos espaços urbanos.
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Copyright (c) 2026 Estéfani Comin, Caliane Christie Oliveira de Almeida Silva

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