Levantamento de Manifestações Patológicas em Fachadas de Habitações de Interesse Social na Cidade de Pelotas/RS: Residencial Solar das Palmeiras
DOI:
https://doi.org/10.18256/2318-1109/arqimed.v5n2p85-103Palavras-chave:
manifestações patológicas, habitações de interesse social, Programa de Arrendamento ResidencialResumo
No Brasil, existe um histórico de problemas relacionados às Habitações de Interesse Social. A avaliação da situação atual de conjuntos habitacionais e suas eventuais demandas podem elevar a qualidade e a durabilidade de futuros empreendimentos, direcionar para ações adequadas na fase de utilização dos existentes, bem como, contribuir com estudos relacionados ao tema. Este trabalho tem como objetivo principal realizar um estudo comparativo dos levantamentos de manifestações patológicas incidentes, em períodos distintos, nas fachadas do Residencial Solar das Palmeiras, que é um conjunto de Habitações de Interesse Social construído na cidade de Pelotas/RS através do Programa de Arrendamento Residencial (PAR). A metodologia está baseada em vistorias técnicas por meio de observação direta, com o propósito de realizar levantamentos e registro de informações, através de fichas, fotografias e representações gráficas dos elementos. A partir do levantamento técnico atual, realizado no Residencial Solar das Palmeiras, contatou-se que as principais manifestações patológicas apresentadas foram fissuras (74%) e umidade (21%), sendo os problemas com sujidades (3%) e descolamento de revestimento (2%) os menos representativos. Foi realizado um estudo comparativo entre os dados coletados durante o Projeto INQUALHIS (Geração de Indicadores de Qualidade dos Espaços Coletivos em Empreendimentos de Habitação de Interesse Social) e os dados obtidos na atual pesquisa. O Residencial Solar das Palmeiras apresentou um aumento de, aproximadamente, 745% no número de incidências em um período de sete anos e oito meses. Nas duas pesquisas a fissuração apresenta-se mais frequentemente nas fachadas oeste e norte. Concernente à umidade, a fachada sul apresenta maior incidência de problemas do que todas as outras fachadas.
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